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Regras

Judô

 

O Judô tem hoje sete categorias: pesado (+100kg no masculino e +78kg no feminino), meio-pesado (90kg a 100kg e 70kg a 78kg), médio (81kg a 90kg e 63kg a 70kg), meio-médio (73kg a 81kg e 57kg a 63kg), leve (66kg a 73kg e 52kg a 57kg), meio-leve (60kg a 66kg e 48kg a 52kg) e ligeiro (-60kg e –48kg).

Árbitros
Além do árbitro principal, as lutas de judô contam com dois árbitros de cadeira, que auxiliam o juiz central durante o combate. Os juizes auxiliares podem interromper a luta para se dirigir ao árbitro de centro, que também pode parar o combate para pedir opiniões de seus auxiliares. Em geral, estas reuniões entre o árbitro se dão quando existe dúvida com relação a uma penalidade ou a uma pontuação.

 

 

Regras gerais
Os combates são disputados sobre um tatame, em uma área quadrada de 14 metros. Além da área de luta, formada por uma área quadrada de 6 metros, há uma área de proteção e uma outra de segurança. O piso onde ocorrem as lutas é geralmente de fibra vegetal.

Os judocas normalmente usam quimonos de cor branca. Antigamente só eram admitidos quimonos de cor branca ou bege mas nas Olimpíadas existem também os azuis. Além da faixa de graduação, geralmente preta, cada um dos oponentes recebe uma outra, ou branca ou vermelha, também usada para diferenciar os atletas.

Toda vez que o árbitro interrompe a luta, o cronômetro é parado. Caso a luta termine empatada, a decisão do vencedor se dará por meio das bandeiras. Tanto o árbitro principal como os juizes de cadeira possuem duas bandeiras, uma branca e uma vermelha, que correspondem a faixa adicional que cada judoca recebeu momentos antes do combate. Ao sinal do árbitro principal, os três erguem, ao mesmo tempo, a bandeira que corresponda ao lutador que, na opinião dos juizes, venceu o combate.
Antes do início da luta, os judocas devem se posicionar sobre a área de segurança. Ao sinal do árbitro principal devem adentrar a área de luta, ficando a cerca de 3 metros um do outro. Após cumprimentar o árbitro principal, os lutadores devem se cumprimentar e aguardar a ordem do juiz central para iniciar o combate.

Pontuação
Uma luta de judô se encerra em uma das seguintes situações: um dos atletas é desclassificado pelo juiz central, ao término do tempo de luta, por meio de uma imobilização ou de um golpe perfeito, que corresponde ao ippon, ou quando um lutador bate três vezes no tatame desistindo do combate.

As pontuações do judô são as seguintes: ippon, waza-ari, yuko e koka.

 

Ippon – Corresponde a uma imobilização do adversário por 30 segundos ou a um golpe perfeito, quando o oponente cai no tatame com as costas no chão. Neste caso, encerra-se a luta.

 

Waza-ari – É segunda maior pontuação do judô. Acontece quando o oponente fica imobilizado entre 25 e 29 segundos, ou quando é derrubado, caindo rolando no tatame.

 

Yuko – Corresponde a uma imobilização entre 19 e 24 segundos, ou quando o adversário é derrubado, caindo de lado no tatame.

 

Koka – Corresponde a uma imobilização entre dez e 19 segundos, ou quando o oponente vai ao chão batendo os quadris.

No judô, um yuko vale mais do que dez kokas. Um waza-ari vale mais do que 15 yukos e assim por diante. Uma pontuação mais alta só é superada por outra, ainda mais alta, não havendo a possibilidade de uma combinação de golpes mais baixos alcançar a pontuação superior.

As penalidades

 

As penalidades no judô geralmente são aplicadas quando o juiz percebe que falta combatividade a um ou aos dois lutadores. Além disso, fugas para a área de segurança ou de proteção também são punidas, o mesmo ocorrendo quando um lutador segura a faixa do oponente. As penalidades são assim definidas.

 

Shido – É a primeira punição e equivale a um koka para o oponente.

 

Chui – A segunda punição rende um yuko ao rival.

 

Keikoku – Soma-se um waza-ari ao placar adversário.

 

Hansoku make – Desclassifica o lutador punido.

 

O juiz não precisa seguir necessariamente esta ordem. Ele pode aplicar diretamente o keikoku sem ter punido o lutador com um shido ou um chui. Tudo depende da avaliação do árbitro principal e dos juizes de cadeira.

Luta no solo

 

A luta no solo é liberada, desde que o juiz não veja nesta modalidade um espaço para um judoca “enrolar” ou “amarrar” a luta. Toda vez que o juiz quer parar a luta, porque não há ataque no solo ou em pé, ele fala a palavra matê. Os lutadores param o combate e voltam ao lugar onde iniciaram a luta.

Durante a imobilização no solo, o judoca imobilizado tem 30 segundos para escapar do rival. Caso trance as pernas no quadril do imobilizador, ou em uma das pernas deste, a contagem pára imediatamente. Ainda no solo, o judoca pode estrangular ou aplicar uma chave-de-braço em seu oponente, cabendo a este tentar se livrar do golpe ou desistir, batendo a mão três vezes no tatame.
Fonte: UOL

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