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Djan Madruga

Chegou a cinco finais de Jogos Olímpicos: em Montreal 1976, ficou em quarto lugar nos 400 metros livres (3m57s18) e nos 1500 metros livres (15m19s84). Em Moscou 1980 ficou em quarto lugar nos 400m livres (3m54s15), quinto lugar nos 400 metros medley (4m26s81) e ganhou a medalha de bronze no revezamento 4×200 metros livres (7m29s30) ao lado de Jorge Fernandes, Marcus Mattioli e Cyro Delgado.

Nas eliminatórias dos 400m livres em Montreal 1976, Djan Madruga foi o primeiro brasileiro a bater um recorde olímpico na natação, sendo o primeiro nadador do mundo a baixar de 4 minutos na referida prova, com o tempo de 3m59s62.

Em 1980 bateu o recorde sul-americano dos 800 metros livres com 7m59s85, fazendo um dos melhores tempos da história da prova à época. Vladimir Salnikov, que era o recordista mundial, havia feito 7m56s49 em 1979, o primeiro tempo abaixo de 8 minutos.

Prodígio precoce, Djan Madruga foi um dos maiores nadadores da história do Brasil. A partir de março de 1974, com 15 anos de idade recém-feitos, passou a dominar as provas de fundo no continente. Em agosto de 74, depois de uma competição em Ottawa, no Canadá, ele se tornou o recordista sul-americano dos 400m, 800m e 1500m livre. Em abril de 1975, ele quebrou a barreira dos 16 minutos nos 1500m, na Copa Latina em Las Palmas. Aos 16 anos já era recordista sul-americano dos 200m, 400m, 800m e 1500m livres. Seu recorde sul-americano dos 1500m livres só veio a ser quebrado quase 20 anos depois por Luiz Lima em 1995, e o dos 800m livres durou 29 anos e só foi quebrado por Luiz Rogério Arapiraca em 2009, vale ressaltar que Luiz quebrou o record com um traje tecnológico para natação, o maiô jaked. Assim, Djan lançou um desafio: quem bater seu record sul-americano de 7″59″85 nos 800m livres terá uma recompensa de 5,000,00 dólares.

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